Terra Mágica da Bahia - Jorge Amado/ Alain Draeger

I/L/1607

TEMA: Fotografia

SUB-TEMA: Brasil

 

Referência: I/L/1607

Autor: Jorge Leal Amado de Faria (Jorge Amado) - Texto/ Alain Draeger - Fotografias

Título: Terra Mágica da Bahia

Editora: Banco Francês e Brasileiro, S.A. - São Paulo (Brasil)

Edição: 1ª

Colecção: N/A

Ano: 1984

Tiragem: n.d.

Páginas: 191, [8] pp.

 

n.d. - Não Disponível | N/A - Não Aplicável

20,00 €
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Descrição
1ª Edição - esta obra nunca foi reeditada, mas saiu uma versão em Inglês e uma em Francês entre 1985 e 1987. Obra expressamente feita para os clientes e amigos do Sistema Financeiro Francês e Brasileiro - Credibanco e à divulgação cultural. Com a sobrecapa original. Encadernação Editorial em tela, de cor ocre, com dizeres gravados a frio. Obra profusamente ilustrada, com fotografias e desenhos relativos ao povo da Bahia, fazendo-lhes referência nomeadamente à sua originalidade cultural, à sua riqueza natural e à força do seu povo. Fotografias de Monique Draeger e Alain Draeger. Diagramação de Guy Draeger. Desenhos de Carlos Bastos e reproduções de quadros de Nair de Carvalho e Carybé, com a reprodução de " Voyage Pitoresque et Historique au Brésil" de Debret. Nesta obra figuram textos que captam a essência da magia da Bahia, pois "Nas raízes da Cidade da Bahia estão a magia e o amor, sobre eles construíram-se as casas, moldou-se a vida do povo. Num dia qualquer, entre os anos 1510 e 1511 (os Historiadores não sabem ao certo) um Português naufragou em frente à costa da Bahia... Caramuru! Caramuru! gritaram saudando o filho do trovão... deram-lhe a índia Paraguaçu... Diogo Álvares viu-se de repente genro do Rei e sócio nas riquezas da Terra. Fizera bom negócio... Moema se entregou à morte, sem Diogo não queria viver... Desde então e para sempre o amor ilumina o mar e a terra da Bahia." (em "Introdução" - pp. 8-9). Jorge Amado foi um Escritor Brasileiro, dos mais conhecidos e traduzidos para outras línguas e o autor Brasileiro mais adaptado para o Cinema, Teatro e Televisão - formou-se na Faculdade Nacional de Direito, no Rio de Janeiro, em 1935 e foi Jornalista e Militante Comunista, sendo obrigado a exilar-se na Argentina e no Uruguai entre 1941 e 1942, sendo eleito Deputado Federal pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) em 1946. Em 1956 afastou-se da militância política sem no entanto, deixar os quadros do Partido Comunista - a partir desta altura dedicou-se por completo à escrita, numa 1ª fase com temas que revelavam um cunho social e político, como "Jubiabá," "Capitães da Areia" e "Os Subterrâneos da Liberdade," mas numa 2ª fase, com "Gabriela, Cravo e Canela" e "Dona Flor e Seus Dois Maridos," com um cunho mais Regionalista. A sua obra mereceu diversos Prémios Nacionais e Internacionais, entre os quais "Prémio Stalin da Paz" na União Soviética em 1951, "Prémio Latinidade" em França em 1971, "Prémio Luís de Camões"em Portugal em 1995, entre muitos outros - autor de Romances, Contos, Poesia, Teatro, Livros de Viagens, Crónicas e Infanto-Juvenis e de Memórias, ainda hoje é um dos mais importantes autores Brasileiros. Alain Draeger é um antigo Editor e Fotógrafo Francês, que depois de 1971, quando o grupo editorial foi vendido, em 1974 recebeu uma proposta de trabalho de um amigo que morava no Rio de Janeiro - desde esta altura visita o Brasil pelo menos 2 vezes por ano e, fascinado pelo Brasil, tem diversos livros publicados sobre este país, incluindo o presente. Competiu no Capeonato do Mundo de Vela «Flying Dutchman» em 1969, onde venceu uma Medalha de Prata. Sobrecapa com marcas de exposição solar na lombada e junto da lombada, com um vinco expressivo na badana posterior, com vincos e pequenos rasgões em cima e em baixo, sem afectar o texto, e com alguma sujidade. Capas cartonadas em bom estado de conservação, apenas um pouco descoloradas em baixo. Lombada em bom estado de conservação, apenas um pouco descolorada em baixo. Interior das capas cartonadas e folhas de guarda levemente escurecidos, as folhas de guarda com pequenas faltas de papel e com ocasionais picos de acidez e de sujidade. Miolo e extremidades levemente escurecidos, com ocasionais picos de acidez e de humidade.
I/L/1607
2026-03-02

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