1ª Edição - esta obra tem sido sucessivamente reeditada, sendo a última edição de 2024, quando foi efectuada uma parceria entre o «Público», a Ordem dos Arquitectos e a editora «A Bela e o Monstro» que recuperou a versão fac-similada da edição original, publicada em 12 fascículos. Obra completa - são 2 Volumes. Com falta das sobrecapas originais. Reencadernação em Meia de Pele Inglesa, Não Editorial, pintada de azul à cabeça, com gravação na lombada com ferros a dourado, com 2 rótulos, e com folhas de guarda em papel de fantasia. Com Carimbo de posse nos 2 Volumes - p. III no Volume I e p. 3 no Volume 2 (carimbos tapados na fotografia dos livros a pedido dos anteriores proprietários). A obra contém inúmeras reproduções fotográficas que constituem um Inventário dos mais notáveis exemplares da Arquitectura Popular e, ainda, numerosos desenhos e plantas, mapas morfológicos, geológicos e tipológicos de cada região. Esta obra, originalmente publicada em fascículos, teve a primeira abordagem para um "Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa" em 1949 que falhou, numa tentativa do Sindicato Nacional dos Arquitectos junto do Instituto para a Alta Cultura, e é o resultado da Investigação que se materializou entre 1955 e 1960, segundo proposta do Arquitecto Francisco Keil do Amaral. Constituído por 6 grupos de trabalho, o «Inquérito» abrangeu o território do Continente, dividido em 6 Regiões, contando cada uma com uma equipa de 3 Arquitectos, 2 jovens e um mais experiente, a saber: Zona 1 - "Minho" - Arquitectos Fernando Távora, Rui Pimentel e António Menéres, Zona 2 - "Trás-os-Montes" - Arquitectos Octávio Lixa Filgueiras, Arnaldo Araújo e Carlos Carvalho Dias, Zona 3 - "Beiras" - Arquitectos Francisco Keil do Amaral, José Huertas Lobo e João José Malato, Zona 4 - "Estremadura" - Arquitectos Nuno Teotónio Pereira, António Pinto de Freitas e Francisco da Silva Dias, Zona 5 - "Alentejo" - Arquitectos Frederico George, António Azevedo Gomes e Alfredo da Mata Antunes e Zona 6 - "Algarve" - Arquitectos Artur Pires Martins, Celestino de Castro e Fernando Ferreira Torres. Conforme acentuado, "A Arquitectura Popular proporciona fontes preciosas para o estudo da génese arquitectónica... Dezoito Arquitectos foram assim escolhidos para realizar o Inquérito à nossa Arquitectura Popular... Em três meses de deambulações, percorreram os seis grupos cerca de 50.000 quilómetros... nos quais fizeram cerca de 10.000 fotografias, centenas de desenhos e de levantamentos, e tomaram milhares de notas escritas..." (em "Introdução" - pp. XIII-XV). Encadernações dos 2 Volumes com desgaste da tela e com faltas de pele junto da lombada e com sinais de manuseamento - o Volume I com vincos nos cantos, com pequenas amolgadelas e com picos de acidez, as lombadas com algumas faltas de pele e com desgaste dos dourados, o interior das capas cartonadas e folhas de guarda com leves picos de acidez - o Volume I com vincos nos cantos, com pequenas amolgadelas e o miolo e extremidades levemente escurecidos, com ocasionais picos de acidez, por vezes de forma mais acentuada. pp. 5-10, 88-101 e 185 do Volume I com pequenos rasgões em baixo, sem afectar o texto/imagens. p. 69 do Volume I e p. 121, 130 e 162 do Volume II com manchas de gordura/sujidade, sem afectar o texto/imagens. pp. 335-336 do Volume I com uma mancha de humidade em baixo, sem afectar o texto/imagens e pp. 79-89 do Volume II com manchas de humidade e marcas de exposição solar, sem afectar o texto/imagens. p. 32 do Volume II com uma pequena esfoladela de papel, sem afectar o texto/imagens.